A de Tiago Mota Saraiva: o argumento resume-se na acusação de que pessoas como eu vivem bem e não se preocupam.
A do José Guilherme Gusmão: a questão da coerência e da incoerência só é absoluta num momento único. Se se introduzir o factor tempo, já se está a falar de mudança. Quanto a uma campanha contra o Bloco, por amor de deus…
A do Daniel Oliveira: aquela com que poderia empatizar mais. Mas até parece que o Daniel pensa que todas as pessoas que criticam certas políticas do PS são naturalmente do Bloco, mesmo que não tenham descoberto. Usando o exemplo da universidade, em que ele pega, a lista a que pertenci, crítica do actual modelo, não é de todo do Bloco… (Quanto ao título do post do Daniel: “Outra vez como há dez anos?”: não, passaram 10 anos.)
Noutro campo:
A do Clube das Republicas Mortas: nem eu tenho essa influência nem nada me move contra o Bloco.




