Todos temos histórias de táxis. Acho mesmo que devia haver um blog aberto a toda a gente e só para recolher histórias de táxis, uma espécie de etnografia ou reportagem em aberto e em permanência. Mas se as histórias de táxis são quase sempre negativas, ontem aconteceu-me uma de espanto: a corrida custava 6 euros e pouco. Nem eu nem o taxista tínhamos “trocado”. O mais “trocado” que eu tinha era uma nota de 5 euros. O taxista disse que não era preciso pagar, que “deixasse estar”. Insisti para que ficasse pelo menos com a nota de 5. Qual quê. Resposta: “Não se preocupe, um dia encontramo-nos nas voltas da vida e depois paga-me”.
Os Tempos Que Correm
Miguel Vale de Almeida9 Comentários »
olha que tu tens uma sorte:-)
http://videos.sapo.pt/taxistadodia
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e há, quase - http://tek-si.blogspot.com/
r.
e porquê “filósofo”? porque não “antropólogo”? ou “psicólogo”? ou mesmo “sinólogo”? talvez apenas “taxista-desprendido”… ou “divertido”, “comovido”, “distraído”! agora “filósofo”!? sim, porquê “filósofo”???
Incrível.
E o taxistas que têm tão má fama quanto a eboa-educação.
Incrível.
E o taxistas que têm tão má fama quanto a boa-educação.
Mas ficou-te o táxi à borla? Ele não estaria enfrascado?
Duas da manhã, Lisboa, chove:
- São 5 euros e tal.
- Só tenho uma nota de 20.
- Não tenho troco.
- Chatice, eu também não.
- Ali no Areeiro há caixas Multibanco.
http://taxitramas.blogspot.com/, muito bom.
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