Freitas do Amaral descobriu que lá no fundo, no fundo, somos mesopotâmicos. Segue-se uma tirada sobre Sodoma e Gomorra, certamente.
Os Tempos Que Correm
Miguel Vale de Almeida4 Comentários »
De facto, tristes são os que pensam por eles próprios e têm de aturar este debitar constante do que lhes foi dito que “assim era”. Estas repetições culturais do “sempre foi assim”, “o casamento é assim”, “foi dito por nossa senhora da cultura judaico-cristã” já enjoam.
Era tão bom se as pessoas pensassem por elas próprias e chegassem à conclusão simples que a cultura é criada e aprendida e não algo inato e estático. Se calhar seriam mais felizes.
Eu começo a pensar que há muito mais gente por aí a acreditar que a terra tem uns quanto milhares de anos e não quer é dizer. Tristeza.
Não se percebe por que é que alguém paga ou, sequer, pede um parecer ao Freitas. (No caso, não é para pagar, claro: dizem que é «tradição» não cobrar pareceres ao PR, certamente por respeitinho.) Mas porquê ao Freitas? Há algum jurista que ligue ao que ele diz?! Bom, a verdade é que se calhar até há. Cruzes….
Quer isto dizer que o casamento corre o risco de se tornar uma miragem? Ou que havera “casamento-mas-sem-se-chamar-casamento”? GGGGRRRRRRRRRRRRR!
Pela lógica Freitista a criminalização da violência doméstica, p.ex., também será inconstitucional, pois afinal sempre fez parte da definição mesopotâmica de casamento.
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