De passagem
De passagem entre os montes da Catalunha e a Eslovénia. Este blog regressa à (a)normalidade a 1 de Setembro.
De passagem entre os montes da Catalunha e a Eslovénia. Este blog regressa à (a)normalidade a 1 de Setembro.
Mudo? (Não há uma palavra para definir quem não escreve?) Sim. Algures nuns montes catalães, desconectado na plena acepção da palavra. Sorry. De regresso no fim do mês a não ser que dê algum click…
1. “Xenófobo, eu?“: quando ouvi que os assaltantes/sequestradores de um banco em Lisboa eram brasileiros pensei logo “temos merda”. Se eles fossem portugueses, esse facto seria relevado e relevante?
2. Coisas de marinheiros: a não perder “Suck my dick“.
3. Espaço aéreo T2: “Aníbal, môr, as minhas enxaquecas não aguentam esses helicópteros! E a marquise já está cheia de rachas!”
4. Amanhã, grandiosa queima de bruxas no Terreiro do Paço: Um ex-polícia da Judiciária publica um livro sobre o caso McCann em que, retórica à parte, acusa pessoas de coisas horríveis. Os media acham normal e acompanham o aplauso generalizado.
5. “Service in Europe…” (como dizem os americanos): Os empregados recusam-se servir na esplanada por supostamente estar muito vento e não terem condições de trabalho. Nós tínhamos escolhido a esplanada…
6. Homofobia até no prato: No restaurante ao lado, curiosamente chamado “À Grama” (não há uma ASAE da língua?), servem “Frango à maricas”. Nem quis ir perguntar o que era, tal o “molho” antecipado… Mas imagino.
7. Superscript: Na A2 um sinal de estrada, desses oficiais e com design uniforme, anuncia Neves Corvo com N. e “ves” em pequenino. Poupar uma letra em vez de baixar o tamanho de letra de todo o texto - além do desastre gráfico, toda uma metáfora…
Subpostagem cronicamente intermitente em agosto (”agosto” já de acordo com o acordo ortográfico).
Na realidade “o jogo” já começou, mais exactamente no dia em que se aceitou realizar os Jogos Olímpicos na China.
PS no editorial de José Manuel Fernandes no Público de hoje: «A independência é uma das qualidades intocáveis do jornalismo de referência, por isso é de lamentar que haja quem procure, pela manipulação ou pelo boato, atacar este espaço de liberdade e frontalidade que é o do PÚBLICO. Ontem uma colunista instrumentalizou o conteúdo de uma resposta de Pacheco Pereira ao Diário de Notícias para “provar” que neste jornal haveria “uma cruzada declarada contra José Sócrates” (…)».
Tanta frontalidade, e nem o nome da “colunista” - obviamente Fernanda Câncio - é referido…